10.9.10

Não seja por isso!

ADENDA: Convém ouvir sempre a outra versão da história. Desta vez reconheço que a razão está do lado da gerência do Casal.

Dizem que o Casal anda a correr com as bichas mais histéricas para a esplanada, cá fora (o que só por si é totalmente incoerente do ponto de vista comercial; se pretendem afastar essa clientela do café não é boa ideia pô-la à porta, qual tapete de boas-vindas...). Nunca percebi estes cafés que são sustentados financeiramente pelo público gay e que, a certa altura, decidem morder a mão que lhes dá de comer - pior, de pagar. Um estabelecimento comercial (generalista, como o Casal) que não quer clientes é como um doente que não quer tratamento médico; o fim, para um ou para outro, é o mesmo e igualmente certo.

Atenção, não quero lançar o boato! Comprovem vocês mesmos se é verdade ou não. Se realmente for, ora:

Sugestões de alternativas (há muitas!): o Gran Caffé, a Brasileira, o Sical, naquela zona; o Progresso, a Casa de Ló e o (novo) Luso, em Carlos Alberto; o Café au Lait, o Candelabro, o Atelier (o mais bicha dos cafés do Porto), o Lobby, o CCBombarda, tantos, tantos, todos friendly, todos queer! É só escolher (vejam alguns aqui, por exemplo)

2 comentários:

Natcho Popcorn disse...

Esse dilema já não é novo (verificou-se há alguns anos atrás com o já extinto CNP). O problema que se coloca é se realmente existem pessoas que consomem...

pedro a. disse...

Sim, e de fazerem barulho e incomodarem os outros clientes. Ao que consta foi por isso que a gerência do Casal começou a fazer a dita "selecção". Na adenda vem a explicação completa, na primeira pessoa.