11.5.11
10.5.11
artigos 20º, 21º, 22º, 24º, 29º, 32º, 36º, 37º, 43º, 44º, entre outros, da Constituição do Uganda
art. 36º - Protection of rights of minorities.
Minorities have a right to participate in decision-making processes, and their views and interests shall be taken into account in the making of national plans and programmes.
art. 32º - Affirmative action in favour of marginalised groups.
Notwithstanding anything in this Constitution, the State shall take affirmative action in favour of groups marginalised on the basis of gender, age, disability or any other reason created by history, tradition or custom, for the purpose of redressing imbalances which exist against them.
art. 22º - Protection of right to life.
(1) No person shall be deprived of life intentionally except in execution of a sentence passed in a fair trial by a court of competent jurisdiction in respect of a criminal offence under the laws of Uganda and the conviction and sentence have been confirmed by the highest appellate court.
art. 43º - General limitation on fundamental and other human rights and freedoms.
(1) In the enjoyment of the rights and freedoms prescribed in this Chapter, no person shall prejudice the fundamental or other human rights and freedoms of others or the public interest.
(2) Public interest under this article shall not permiT -
(a) political persecution;
(b) detention without trial;
(c) any limitation of the enjoyment of the rights and freedoms prescribed by this Chapter beyond what is acceptable and demonstrably justifiable in a free and democratic society, or what is provided in this Constitution.
Minorities have a right to participate in decision-making processes, and their views and interests shall be taken into account in the making of national plans and programmes.
art. 32º - Affirmative action in favour of marginalised groups.
Notwithstanding anything in this Constitution, the State shall take affirmative action in favour of groups marginalised on the basis of gender, age, disability or any other reason created by history, tradition or custom, for the purpose of redressing imbalances which exist against them.
art. 22º - Protection of right to life.
(1) No person shall be deprived of life intentionally except in execution of a sentence passed in a fair trial by a court of competent jurisdiction in respect of a criminal offence under the laws of Uganda and the conviction and sentence have been confirmed by the highest appellate court.
art. 43º - General limitation on fundamental and other human rights and freedoms.
(1) In the enjoyment of the rights and freedoms prescribed in this Chapter, no person shall prejudice the fundamental or other human rights and freedoms of others or the public interest.
(2) Public interest under this article shall not permiT -
(a) political persecution;
(b) detention without trial;
(c) any limitation of the enjoyment of the rights and freedoms prescribed by this Chapter beyond what is acceptable and demonstrably justifiable in a free and democratic society, or what is provided in this Constitution.
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All Eyes on Uganda
web cruising
Homem quer conhecer homem, algures na net:
«Should i say i am a friendly, discreet, approachable & masculine amateur guy looking for local buddy for mutual workouts and fun times. I think internet profiles, email and chat are great means of introduction but beyond that I’m not interested in strictly virtual relationships - I’m a warm, affectionate and tactile man who prefers his muscular men in the flesh, the here & the now. I’m a lover, not a writer.»
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Como se houvesse alguma diferença.
6.5.11
4.5.11
Orgulho

A 6ª Marcha LGBT do Porto já tem cartaz e, pela primeira vez na história da Marcha LGBT do Porto, tem um cartaz bonito. Bonito e não só. É cool (adjectivo que condiz com a cidade nos tempos que correm), puxa a atenção de quem passa na rua, e remete-me ao imaginário das noites disco dos eighties - não sei explicar porquê. Daqui a umas semanas as ruas do Porto estarão repletas de cartazes que lhes darão mais estilo, por uma causa nobre.
Acrescento, rematando, que o dito projecto foi desenhado pelo meu ex-namorado, que assim venceu o concurso do cartaz deste ano.
E estou orgulhoso por todas as razões e mais alguma.
(prometo postar uma versão em grande mal arranje)
3.5.11
Pose
Foi um fim de semana de viagem, de álbuns novos no iPod, de horas a caminhar por trilhos de terra batida, de jantaradas com os amigos, de revelações. Em dois anos (and counting) sem uma relação que mereça esse nome, pergunto-me o que vai mal. Suspeito-me frio, arrogante, indeciso, complicado, vago, aos olhos dos outros. Têm razão. Mas, acreditem, a pose não é por indiferença ou arrogância. É por o que ele canta, tal e qual, sem tirar nem pôr.
(foolish, indeed.)
(foolish, indeed.)
28.4.11
26.4.11
9 de Julho
Ver Marcha Orgulho LGBT no Porto 2011 num mapa maior
o percurso da 6ª MOP - este ano ligeiramente diferente, com a descida de 31 de Janeiro em vez de Passos Manuel.
o percurso da 6ª MOP - este ano ligeiramente diferente, com a descida de 31 de Janeiro em vez de Passos Manuel.
25.4.11
Canção, revolução e povo
Homem de Melo
Paulo de Carvalho
Fado Canção
Ary
Zeca
Sérgio Godinho
Novo Fado
Chico
Samba
e tantas, tantas mais.
Paulo de Carvalho
Fado Canção
Ary
Zeca
Sérgio Godinho
Novo Fado
Chico
Samba
e tantas, tantas mais.
22.4.11
20.4.11
Fuzzy (ou notas do submundo)
Certo dia recebo esta mensagem numa rede online de engate: "olá rapagão". Começa aqui a minha novela de desventuras com o Fuzzy [baptizo assim o rapaz por um duplo sentido: pessoa vaga, confusa, e fisicamente parecido com a personagem de mesmo nome].
Antes de mais, parece-me adequado relembrar que quando alguém decide engatar na net tem de perceber que, apesar da imaterialidade que separa a realidade virtual da física, os intervenientes não deixam de ter existência e, sobretudo, consciência no mundo - num e noutro.
Eu conhecia o Fuzzy e ele conhecia-me, de vista, de amigos em comum, do meio, do Porto.
O menino faz, então, por mandar dois piropos com graça e adiciona-me nas redes online de socialização (por meu consentimento e vontade, entenda-se). O menino não tem o meu sentido de humor, incomoda-se por pouco e não parece captar uma palavra de ironês; mas tem lata, garra de revolta e, vá, é giro. Só que despreza-me de uma maneira que eu não entendo. Playin' hard to get?, penso. Mas isso não faz grande sentido quando se decide tomar a dianteira. Ou faz? Faço-me difícil também, mas insisto - duas, três, quatro vezes. Nada muda, nem um sinal de reconhecimento. Farto-me.
(...)
Uma coisa adorável e reconfortante sobre o Porto é que ainda vai tendo aquela proximidade de vizinhança típica das cidades europeias de média dimensão. Conheço os cantos à casa, e o ambiente é-me estranhamente familiar. Como familiar é encontrar amigos perdidos pelos anos perdidos numa esquina da Baixa. [Outra coisa adorável e reconfortante da cidade é a de ter há muito renegado aquela claustrofóbica coscuvilhice tão querida ao provincianismo português].
Eu sabia que, mais tarde ou mais cedo, lá iria acabar por encontrar o moço, fosse pelo meio, pelos amigos ou pela cidade, de vista. Aconteceu, por fim, numa tertúlia política de fim-de-semana a que fui com dois bloquistas meus amigos. Fechei-me, porque não percebia o desprezo e ressentia a incompreensão (além de estar acompanhado, claro); não acedi, por isso, às suas insistentes tentativas de contacto visual, que eu lá ia fisgando de soslaio e que diziam "hey, eu conheço-te!". Nem quando se plantou a vinte centímetros de mim - conversava eu com um amigo, amigo dele também. Orgulho, teimosia, talvez, mas a culpa não era minha.
No mesmo dia, ao fim da tarde, vem dizer-me, pela net: "tentei por todas as maneiras que me reconhecesses, mas não deves ter reparado". Não te reconheci, é verdade, de tão mudado que te mostraste das outras vezes.
(...)
Durante as semanas e meses que se seguiram acabava por encontrá-lo nos mais diversos sítios - nunca o fazia de propósito, mas sentia sempre um gozo mórbido por poder ignorá-lo com cruel indiferença. E no Facebook, de vez em quando, uma boca sem outro intuito que não o de atiçar a crispação. Outra altura, na biblioteca, estava a estudar com um amigo particularmente bem parecido, e ele viu-nos; novamente o gozo: pensaria ele sermos namorados? Interrompi o estudo do meu amigo e disse-lhe: "ali está o meu arqui-inimigo gay". - Arqui-inimigo? Porquê? - Longa história; mas sei que ele me vê como a pior escumalha à face da terra: hipócrita, fútil, promíscuo, armariado, fascista... e, acredita, agora que ele te viu comigo também te toma assim! - Nabo. Vê-se mesmo que gostas dele... - (Oh).. Cala-te; estuda!
(...)
Há umas semanas excluiu-me do Facebook, já a purga de todo o ódio contra o mundo tinha começado a revolver o meu corpo (-precisamente ao fim do primeiro mês longe de casa). Agora, com a purga (quase) completa, ficam remorsos de não ter conduzido as coisas de outra maneira, porque até sei que ele é um puto simpático e interessante. Sei que, mais tarde ou mais cedo, vou ter que me confrontar com o Fuzzy para o duelo final, até à morte. Tem de ser porque sempre nos acabamos por encontrar, por acaso, no meio, de vista, no Porto, entre amigos. E ele ainda não sabe, mas vou inscrever-me num mestrado que só existe na faculdade onde ele estuda, no próximo ano. O desfecho aproxima-se e só um poderá sair vitorioso.
19.4.11
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